Crime e Castigo II

29/09/2010

Crime é, em breve despedida, divisar teu olhar tristonho.
Castigo é quando só me resta isso em sonho.

 

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Inter(roga)ções

02/09/2010

É o que essa distância impingida? Margem de segurança para´suas inseguranças?
E esse silêncio ululante, caverna sem vida, mina de ouro abandonad´exaurida, esponja voraz de meus chamamentos e ecos?
O que, por Deus, é essa impressão de que nada de excepcional aconteceu? Quinquenal determinação de cúpula trotskista, ostracismo grego ou frisos egípcios da última dinastia religiosamente lixados por um novo Ptolomeu?
Que nova ordem se prenuncia, discreta brisa fria do Norte, enregelando devagar o pasto, paulatinamente amontoando geleira?
Que nuvem escura é essa?
Existe alguma outra maneira…?
O que houve?
Por que?
Por que?
Por que?…